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EUA atacam Irã pela 9ª noite seguida após morte de mais um soldado americano

Os EUA lançaram uma nova rodada de ataques contra o Irã na noite de domingo (19), a nona consecutiva, horas após confirmar a morte de mais um militar americano no Iraque. O total de baixas dos EUA no conflito subiu para 17.
Os Estados Unidos deram início a uma nova onda de bombardeios contra o Irã na noite deste domingo (19), marcando a nona noite consecutiva de ataques desde que Washington e Israel iniciaram a ofensiva contra Teerã, em fevereiro. Segundo o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), as operações começaram por volta das 19h no horário da costa leste americana e tiveram como alvo instalações de vigilância costeira, defesa aérea, embarcações navais e depósitos de mísseis e drones iranianos.
A mídia estatal do Irã registrou explosões em diferentes regiões do país, incluindo as áreas de Sirik, Chabahar e Tabriz, sem fornecer de imediato detalhes sobre vítimas ou danos causados pelos ataques.
A nova rodada de bombardeios ocorreu poucas horas depois de o governo americano confirmar a morte de mais um militar dos EUA. Segundo o Centcom, o soldado morreu no Iraque durante uma tentativa de detonação controlada de um drone iraniano que havia sido derrubado. Com essa nova vítima, o número de baixas americanas no conflito soma 17 desde o início da escalada militar.
Autoridades americanas também informaram ter recuperado, durante buscas, restos mortais ainda não identificados de um militar que estava desaparecido após um ataque iraniano na Jordânia. Em entrevista à emissora americana NewsNation, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou as perdas: "É doloroso testemunhar isso. É um sacrifício feito a serviço do nosso país."
O Centcom afirma que a ofensiva busca reduzir as capacidades militares do Irã usadas, segundo Washington, em ataques contra embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica para o comércio internacional de petróleo e gás. A continuidade dos bombardeios por nove noites seguidas reforça o temor de uma escalada ainda maior do conflito no Oriente Médio, em meio a ataques recorrentes contra navios na região.
Resumo das 18